O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) instaurou inquérito para investigar a conduta do ex-delegado-geral da Polícia Civil (PC), Ulisses Gabriel, por possíveis irregularidades na apuração da morte do cão comunitário Orelha, morto após sofrer agressões em janeiro.
Segundo a promotoria de Justiça, representações contra a conduta do então chefe da corporação, que motivaram um procedimento preparatório em fevereiro, levaram à abertura de um inquérito civil.
Ulisses tem 15 dias para se manifestar sobre o material reunido. O MPSC apura possíveis casos de abuso de autoridade, violação de sigilo funcional e eventual improbidade administrativa, com foco na suspeita de quebra de sigilo que poderia ter beneficiado terceiros ou colocado em risco a segurança pública.
Em nota divulgada neste sábado (14) pelo portal G1, a defesa de Ulisses Gabriel, disse que “as informações divulgadas sobre a instauração de inquérito civil pelo Ministério Público carecem de contextualização jurídica adequada” e que “não houve prática de abuso de autoridade, violação de sigilo funcional ou ato de improbidade administrativa”.
