Tenente-coronel diz que marcas na esposa morta podem ter sido feitas pela filha de 7 anos

Bruno Dames
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O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto se pronunciou pela primeira vez sobre a morte da esposa, PM Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento no Brás, em São Paulo. Neto negou ter matado a mulher e manteve a versão de suicídio.

Ele disse que as lesões no pescoço e rosto de Gisele, identificadas no laudo necroscópico, podem ter sido causadas pela filha de 7 anos. “Ela botava as perninhas entrelaçadas e segurava as mãos no pescoço… O laudo diz que tinha marcas de unha. Eu não tenho unha. Eu roo. A filha dela é criança, mas tem uma unha bem grandinha”, explicou em entrevista à TV Record.

Neto também afirmou que não alterou a cena do crime nem se aproximou do corpo, acionando a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros para o resgate. Ele reafirmou que não houve ação criminosa de sua parte e reforçou que Gisele teria cometido suicídio enquanto ele tomava banho.

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