Três fontes do governo dos Estados Unidos revelaram à coluna Andreza Matais, do portal Metrópoles que a gestão Trump avalia reintroduzir Alexandre de Moraes na lista de sancionados pela Lei Magnitsky. Caso a medida se confirme, o ministro voltará a enfrentar o congelamento de bens e restrições comerciais em território americano, punição que também alcança sua esposa e a firma Lex Instituto de Estudos Jurídicos.
Ainda de acordo com informações do portal, a aplicação dessa lei havia sido interrompida no final de 2025, mas voltou ao radar de Washington recentemente. O nome central nessa movimentação é Darren Beattie, nomeado em fevereiro para o Departamento de Estado, mas que atua na estratégia para o Brasil desde o início do mandato de Trump.
Em um desdobramento recente das relações entre o governo americano e o Judiciário brasileiro, Beattie recebeu autorização de Moraes nesta semana para visitar Jair Bolsonaro em Brasília. A visita oficial acontece enquanto o Departamento de Estado mantém sob análise a conduta e as possíveis sanções contra o ministro do STF.
