Inicialmente, o adolescente afirmou aos policiais que a publicação se tratava apenas de uma “brincadeira”. Mesmo assim, ele foi apreendido e colocado à disposição da Justiça para apuração do caso. Durante a ação, os agentes também recolheram um computador e as roupas utilizadas no vídeo divulgado nas redes sociais.
Entre os itens apreendidos estão as luvas e as botas que aparecem nas imagens, além de outros objetos que podem ajudar na investigação. O material será analisado pelas autoridades para verificar se houve planejamento ou envolvimento de outras pessoas na produção do conteúdo.
Por ser menor de idade, o adolescente responde pelos atos conforme as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Pela legislação brasileira, ele não pode ser condenado criminalmente, mas pode receber medidas socioeducativas, incluindo internação em unidade específica para adolescentes em conflito com a lei.
A internação, considerada a medida mais grave prevista no ECA, pode chegar a no máximo três anos. Em respeito à legislação e para preservar a identidade do menor, as autoridades também decidiram não divulgar o nome do adolescente nem o da escola envolvida no caso.
