Durante o resgate de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após cair de uma altura de 30 metros em um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), funcionários da empresa responsável pelo evento desativaram as redes sociais do negócio. A denúncia foi feita pelo pedagogo Rafael Goulart, que testemunhou o acidente. Segundo a defesa dos três instrutores que foram presos em flagrante, a jovem foi a 17ª pessoa a saltar no dia da tragédia.
Seis pessoas foram detidas, mas apenas três homens permaneceram presos e devem responder por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar: Luis Felipe Feliciano Bogoroff, de 32 anos; Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos; e Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos.
Em entrevista ao Metrópoles, Rafael disse que enquanto o resgate estava a caminho do local, a atitude dos funcionários foi de desativar as redes sociais, incluindo a conta do Entre Cordas no Instagram, e grupos de WhatsApp. Apenas Luis Felipe não conseguiu apagar seu Instagram, que permanece no ar, e mostra o rapaz saltando com crianças em seus vídeos.
