Relatório da Operação Vérnix, concluído pela Polícia Civil, aponta que Deolane Bezerra planejava adquirir um fundo de investimentos em Dubai antes de ser presa. Segundo os investigadores, a iniciativa faria parte de uma estratégia para internacionalizar a estrutura empresarial usada pelo grupo investigado e facilitar a entrada de capital estrangeiro nos negócios ligados ao esquema apurado.
De acordo com o documento, o plano incluía a criação de uma rede de holdings e empresas para dificultar o rastreamento de recursos. A polícia afirma que 35 empresas teriam sido registradas no mesmo endereço em Martinópolis, no interior de São Paulo.
Presa desde 21 de maio, Deolane é investigada por suspeita de lavagem de dinheiro e por supostas ligações financeiras com uma transportadora apontada como vinculada ao PCC. A defesa da influenciadora nega as acusações.
