O senador Flávio Bolsonaro passou a ser investigado após uma publicação nas redes sociais em que associou o presidente Lula ao líder venezuelano Nicolás Maduro. No conteúdo, ele sugeriu que Lula poderia ser alvo de delação e vinculou o petista a crimes como tráfico internacional, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras.
A postagem, feita no início do ano, também trazia imagens que relacionavam Lula a Maduro, o que motivou a Polícia Federal a pedir a abertura de inquérito ao Supremo Tribunal Federal. O ministro Alexandre de Moraes autorizou a investigação, que apura se houve crime de calúnia contra o presidente.
Ao comentar o caso, Flávio afirmou que não vai recuar e defendeu que sua fala está dentro da liberdade de expressão, reforçando críticas à relação entre Lula e o governo venezuelano.
