A defesa da policial militar Yasmin Cursino Ferreira declarou que a soldado agiu dentro da legalidade ao realizar o disparo que resultou na morte da ajudante geral Thawanna Salmázio, durante uma abordagem na zona leste de São Paulo.
Em entrevista ao portal UOL, o advogado Alexandre de Souza Guerreiro afirmou que a policial realizou apenas um disparo e acionou socorro imediatamente após o ocorrido, na madrugada do dia 3 de abril. “O que temos a dizer é que ela agiu dentro da lei, efetuou um único disparo e solicitou socorro imediatamente”, disse Alexandre.
A soldado já prestou depoimento na última quarta-feira (8), na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na região central da capital paulista, que conduz a investigação sobre o caso. Ela alega que agiu em legítima defesa, afirmando que Thawanna teria avançado contra ela, desferido um tapa em seu rosto e tentado pegar sua arma.
Um inquérito foi instaurado para apurar a dinâmica dos fatos que levaram ao disparo e à morte da mulher, que foi atingida no abdômen, chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Yasmin está em atividades operacionais na corporação, mas foi afastada das ruas. Ela afirmou, em seu primeiro depoimento desde a repercussão do caso, que atirou contra Thawanna por temer que ela tivesse acesso à sua arma. Ela ainda declarou que foi confrontada e que a ajudante geral invadiu seu espaço pessoal, desferindo um tapa.
